quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Gerência de Redes
Estamos em um novo módulo e uma nova disciplina, Depois de conhecermos os Sistemas Operacionais como um todo no módulo 1 vamos nos aprofundar no Mundo do Windows SERVER !!!
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Atividade em Grupo !!
Utilizamos programas para criarmos uma Empresa Fictícia, fizemos a simulação de um projeto de uma rede, orçamentos e compartilhamento de Recursos.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Aula Prática
Configuramos 4 Computadores em rede no Laboratório, compartilhamos arquivos, testamos comandos, acessamos a página de configuração de modem, já instalamos o Terminal Service e logo vamos testar juntamente com o grupo.
sábado, 27 de julho de 2013
Placa-mãe
A placa mãe é a parte do computador responsável por conectar e interligar todos os componentes do computador, ou seja, processador com memória RAM, disco rígido, placa gráfica, entre outros.
Tipos de placas-mãe
AT
ATX
BABY AT
ITX
LPX
NLX
Funcionamento
A placa-mãe realiza a interconexão das peças componentes dos microcomputadores. Assim, processador, memória, placa de vídeo, HD, teclado, mouse, etc. estão ligados diretamente à placa-mãe. Ela possui diversos componentes eletrônicos (circuitos integrados, capacitores, resistores, etc) e entradas especiais (slots) para que seja possível conectar os vários dispositivos
Componentes
- Processador (conectado ao soquete)
- Memória RAM
- Bios (memória ROM)
- Bateria
- Chipse
Conectores
- Slots de expansão (PCI, ISA, AGP...)
- Conector IDE
- Conector SATA
- Conector Mouse(br)/Rato(pt)
- Conector Teclado
- Conector Impressora (porta paralela)
- Conector USB
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Placas de Expansão
São dispositivos que se utilizam para estender as
funcionalidades e o desempenho do computador. Existe uma grande diversidade de placas
de expansão, como, por exemplo, placas de rede, de vídeo, de som e de modem.
Uma das
melhores ideias por traz da arquitetura aberta dos PCs é a possibilidade de
ampliação do seu funcionamento original.
As diversas placas de expansão existentes servem exatamente
para isso. Através delas, podemos adicionar recursos e funcionalidades além dos
padrões do nosso computador.
As placas de
expansão ficam em conectores chamados Slots.
O que são slots de expansão? São
“espaços” na motherboard onde são encaixadas as placas de expansão. Existem
vários tipos de slot para diversas finalidades. O que diferencia os vários
tipos de slot é o formato do encaixe e a velocidade de transmissão de dados
Slots de expansão mais recentes PCI (Peripheral Component Interconnect) AGP
(Accelerated Graphics Port) PCI-e (PCI Express) Slots de expansão PCI Placas de
expansão PCI Utilizado em quase todos os tipos de placas Slots de expansão AGP
Utilizado em placas gráficas com capacidade de aceleração para gráficos 3D.
Barramento dedicado à placa gráfica.
Tipos de Placas de Expansão
Existem
vários
tipos de placas de expansão no mercado, cada uma voltada a determinada função.
Entre essas placas, talvez a mais comum e conhecida seja a placa de vídeo.
Outras placas também conhecidas são, placa de som, placa de fax/modem, placa de
rede e placas adaptadoras.
O que são Processadores
O processador é um circuito integrado que realiza as funções de cálculo e tomada de decisão de um computador, por isso é considerado o cérebro do mesmo. Ele também pode ser chamado de Unidade Central de Processamento (CPU). Nos computadores de mesa encontra-se alocado dentro do gabinete juntamente com a placa-mãe e outros elementos de hardware.
Funções e Tipos
O processador tem três funções básicas:
- Realizar cálculos de operações aritméticas e comparações lógicas.
- Manter o funcionamento de todos os equipamentos e programas, pois a unidade de controle interpreta e gerencia a execução de cada instrução do programa.
- Administrar na memória central além do programa submetido, os dados transferidos de um elemento ao outro da máquina, visando o sei processamento.
O processador se comunica com outros circuitos e placas que são encaixadas nas fendas, os "Slots",ou seja, os conectores de placa-mãe. O caminho pelo qual se dá essa comunicação entre o processador e as outras placas é denominado de barramento.
Há dois tipos de barramento:
Há dois tipos de barramento:
- ISA
- PCI
É importante notar que quanto mais rápido for o processador, maior será a velocidade com que os dados serão trabalhados e mais rapidamente as instruções serão executadas.
Um resuminho de alguns dos conteúdos da prova !
- Gleicy Rutielle
Um resuminho de alguns dos conteúdos da prova !
- Gleicy Rutielle
quarta-feira, 17 de julho de 2013
renato
Surguimento da Fonte DE
Alimentaçõa
A fonte de alimentação como conhecemos hoje surgiu no
primeiro IBM PC em 1981. Era muito parecida com as atuais, porém fornecia menos
corrente (possuía menor potência) e era menos eficiente.
A fonte de alimentação do
Apple II foi outra revolução. Jobs queria evitar a necessidade de um ventilador
e encomendou a construção de uma nova fonte ao engenheiro Rod Holt da Atari.
Holt construiu uma fonte de energia comutável, que ligava e desligava milhares
de vezes o que possibilitava FONTE CHAVEADA
A fonte linear é a que
opera com a frequência da rede elétrica (60Hz ou 50Hz). Nesse tipo de fonte
temos basicamente quatro blocos: transformador, etapa retificadora, filtragem e
circuito de controle. um transformador de alta frequência permitem reduzir o tamanho e
o peso das fontes chaveadas. Essas fontes utilizam transistores especiais
(FETs), como interruptores eletrônicos de alta comutação, que diminuem as
perdas e aumentam o rendimento total das fontes. Dessa forma, a potência
controlada pela fonte fica maior.
menos
calor. “Essa fonte de alimentação comutável era tão revolucionária quanto a
placa lógica do Apple II. Rod não recebe muito crédito por isso nos livros de
história, mas deveria. Todos os computadores usam agora fontes de alimentação
comutáveis, e todos roubam o projeto de O TRANSFORMADOR – transforma a tensão alternada da rede ao nível correto de tensão
alternada que se deseja.
A RETIFICAÇÃO – é constituída por dois ou quatro diodos, que transformam a tensão alternada do secundário do transformador em uma tensão contínua ondulada (com ripple).
O FILTRO – é constituído basicamente por capacitores e indutores. Esses, por sua vez, retiram as últimas ondulações (ripple) que ainda possam existir sobre a tensão contínua, tornando-a mais pura.
O CIRCUITO DE CONTROLE – mantém a tensão de saída constante e estabilizada, mesmo quando há variações na tensão alternada da entrada ou da rede.
A RETIFICAÇÃO – é constituída por dois ou quatro diodos, que transformam a tensão alternada do secundário do transformador em uma tensão contínua ondulada (com ripple).
O FILTRO – é constituído basicamente por capacitores e indutores. Esses, por sua vez, retiram as últimas ondulações (ripple) que ainda possam existir sobre a tensão contínua, tornando-a mais pura.
O CIRCUITO DE CONTROLE – mantém a tensão de saída constante e estabilizada, mesmo quando há variações na tensão alternada da entrada ou da rede.
terça-feira, 4 de junho de 2013
Tecnologia de Harware
Tecnologia de Hardware
O software é a parte lógica, o conjunto de instruções e dados processado pelos circuitos eletrônicos do hardware. Toda interação dos usuários de computadores modernos é realizada através do software, que é a camada, colocada sobre o hardware, que transforma o computador em algo útil para o ser humano.
O termo "hardware" não se refere apenas aos computadores pessoais, mas também aos equipamentos embarcados em produtos que necessitam de processamento computacional, como os dispositivos encontrados em equipamentos hospitalares, automóveis, aparelhos celulares (em Portugal tele móveis), entre outros.
Na ciência da computação a disciplina que trata das soluções de projeto de hardware é conhecida como arquitetura de computadores.
O hardware1 pode ser definido como um termo geral para equipamentos como chaves, fechaduras, dobradiças, trincos, puxadores, fios, correntes, material de canalização, ferramentas, utensílios, talheres e peças de máquinas. No âmbito eletrônico o termo "hardware" é bastante utilizado, principalmente na área de computação, e se aplica à unidade central de processamento, à memória e aos dispositivos de entrada e saída. O termo "hardware" é usado para fazer referência a detalhes específicos de uma dada máquina, incluindo-se seu projeto lógico pormenorizado bem como a tecnologia de embalagem da máquina.
Dispositivos de entrada
Dispositivo de
entrada são dispositivos
que fornecem dados para operações em um programa
de computador, também
chamados de unidades de entrada (no inglês input/output - entrada/saída).
Exemplos de dispositivos de entrada:
Dispositivo de saída:
Dispositivo de saída é dispositivo que exibem dados e informações processadas pelo computador, também chamados de unidades de saída (no inglês input/output - entrada/saída). Por outras palavras, permitem a comunicação no sentido do computador para o utilizador. Exemplos: projetor de vídeo, impressora e monitor.
Exemplos de dispositivos de saída:

Exemplos de Dispositivos de entrada e saída:
quinta-feira, 16 de maio de 2013
Cabeamento Estruturado::.
Cabeamento Estruturado
Vamos
começar com uma pequena definição do que seria o “Cabeamento Estruturado”
“Cabeamento
estruturado”: é a disciplina que estuda a disposição organizada e padronizada de
conectores e meios de transmissão para redes de informática e telefonia, de
modo a tornar a infraestrutura de cabos independente do tipo de aplicação e do
layout. Permitindo a ligação a uma SOS rede de: servidores, estações, impressoras, telefones, switches, hubs e roteadores. O Sistema de Cabeamento Estruturado utiliza o conector RJ45 e o cabo UTP como mídias padrão para transmissão de dados, análogo ao padrão da tomada
elétrica que permite a alimentação elétrica de um equipamento
independente do tipo de aplicação.
“Conceito”:O conceito de
Sistema de Cabeamento Estruturado baseia-se na disposição de uma rede de cabos,
com integração de serviços de dados e voz, que facilmente pode ser
redirecionada por caminhos diferentes, no mesmo complexo de Cabeamento, para
prover um caminho de transmissão entre pontos da rede distintos. Um Sistema de
Cabeamento Estruturado EIA/TIA-568-B é formado por sete "subsistemas".
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Visando sua rápida compreensão do assunto,
criamos um pequeno resumo para auxilia-los em duvidas básicas ao decorrer da
nossa apresentação.
Porque utilizar o
Cabeamento Estruturado?
Uma empresa bem sucedida requer um bom trabalho de equipe e
flexibilidade. As organizações enfrentam mudanças constantes, que exigem a
movimentação ou reorganização das pessoas, seus espaços de trabalho e os
serviços que elas executam. O sistema de cabeamento estruturado é planejado
para acomodar as frequentes mudanças, acréscimos e alterações. Um sistema de
cabeamento estruturado é à base de uma rede de informações moderna.
Pra que usar o Cabeamento Estruturado?
A ideia de cabear uma empresa centra-se na organização e padronização da
disposição de uma rede de cabos e meios de transmissão. Isso possibilita a
integração de serviços de dados e voz, podendo ser redirecionada facilmente por
caminhos diferentes.
Dessa forma, o cabeamento serve para colocar pontos de rede em todos os
locais onde eles possam ser necessários. Os cabos vão para um ponto central,
onde ficam os switches e outros equipamentos de rede. Os pontos não precisam
ficar necessariamente ativados, mas a instalação fica pronta para quando precisar
ser usada.
Fica a dica!
O resultado desse trabalho bem feito é instalar o cabeamento apenas uma
vez e descartar a necessidade de fazer modificações cada vez que for preciso
adicionar um novo ponto de rede.
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![]() |
| Exemplo da divisão do cabeamento estruturado |
“Subsistemas”:
1 - Entrada do Edifício (Entrance Facility)
2 - Salas de Equipamentos (Equipment Room)
3 - Cabeação Backbone ( Backbone)
4 - Salas de Telecomunicações ( Telecommunication
Room)
5 - Cabeação Horizontal (Horizontal Cabling)
6 - Áreas de Trabalho (Work Area)
Todos esses
subsistemas formam um cabeamento estruturado...
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| Exemplos de Cabeamento Estruturado. |
Cat.3
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Actualmente
definida na norma TIA/EIA-568-B para redes de dados utilizando frequências
até 16 MHz. Muito usada há alguns anos para redes telefónicas e redesEthernet a 10 Mbit/s usando cabos do tipo
TVHV, no entanto, actualmente, em Portugal, já não é permitido usar cabos
desta categoria na distribuição horizontal, utilizando-se somente para
colunas montantes de redes telefónicas;
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Cat.5e
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Actualmente
definida na norma TIA/EIA-568-B para redes até 100 MHz é usada para redes Ethernet a 100 Mbit/s;
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Cat.6
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Actualmente
definida na norma TIA/EIA-568-B para redes até 250 MHz, mais do dobro da
categoria 5e; é adequada para redes Gigabit Ethernet 1000BASE-T
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Cat.6a
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Actualmente
definida na norma ANSI/TIA/EIA-568-B.2-10 para redes até 500 MHz, o dobro da
categoria 6. Adequada para redes 10GBase-T;
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Cat.7
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Um nome
informal aplicado à norma ISO/IEC 11801 Classe F para redes até 600
megahertz. Esta norma especifica quatro pares blindados individualmente no
interior de uma blindagem total.
|
Cat.7a
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Um nome
informal aplicado a alteração 1 da norma ISO/IEC 11801 Classe F para redes
até 1000 MHz.
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![]() |
| Cabo de categoria 5e |
“Normas Técnicas”:
No Brasil, as
normas mais conhecidas para cabeamento estruturado são:
•
ANSI/EIA/TIA-568: especifica sistemas de cabeamento estruturado para edifícios
comerciais.
• EIA/TIA-570:
padroniza a infra-estrutura para suportar voz, dados, vídeo,
multimídia, TV,
etc.
• NBR-14565:
norma brasileira que traz os procedimentos básicos para elaboração
de projetos de
cabeamento estruturado em redes de telecomunicações.
• IEEE 802: desenvolveu e publicou uma série de normas
para redes locais (LANs) e Metropolitanas
(MANs) que foram adotadas mundialmente.
“Conectorização”:Para a conectorização do cabo UTP, a norma
EIA/TIA-568 determina a pinagem e configuração.
Existem no mercado duas padronizações para
a pinagem categoria 5: padrão 568-A e
568-B, que diferem apenas nas cores de dois
pares de condutores do cabo UTP.
Conector RJ-45:
•
Macho (plug).
•
Fêmea (jack).
“Pinagem”:
Crimpagem
das pontas do cabo:
•
Direto ou Normal
o
Crimpar mesmo padrão nas duas pontas.
T568-A ß--------------à T568-A
•
Cruzado (cross over)
O Crimpar cada ponta com um padrão diferente.
T568-A
ß--------------à T568-B
“Dispositivos de Rede”:Todas as redes são constituídas por blocos básicos de hardware que interligam os nós da rede, como sejam: Placas de rede, Bridges, Hubs, Switches e Routers.
Placas de rede
Uma placa de rede ou placa de interface de rede é
uma peça de hardware de computador projectada para permitir que os computadores
comuniquem em rede. Permitem o acesso físico a uma rede e geralmente
providenciam um sistema de endereçamento de baixo nível mediante a utilização
de endereços MAC (Media Access Control).
Repetidores
Um repetidor é
um dispositivo electrónico que recebe um sinal, elimina o ruído, regenera-o e
retransmite-o num nível de potência mais elevado para que o sinal possa cobrir
maiores distâncias sem degradação. Na maioria das configurações de Ethernet sobre par trançado são necessários
repetidores para comprimentos de cabo superiores a 100 metros (90 m entre
tomadas terminais).
Hubs
Um hub de rede contém várias portas de dados.
Quando um pacote de dados chega a uma porta, este é retransmitido sem
alterações para todas as portas do hub. O endereço de destino configurado no
pacote de dados não é alterado para um endereço de difusão.
Bridges
Uma bridge de rede interliga vários segmentos de
rede no nível de ligação de dados (nível 2) do modelo OSI. As bridges não
copiam o tráfego promiscuamente para todas as portas, como acontece nos hubs,
“aprendem” quais os endereços MAC que são acedidos através de cada uma das
portas.
Switches
Um switch de rede é um dispositivo que encaminha e
filtra datagramas (partes de comunicações de dados) OSI nível 2 entre as suas
diversas portas (tomadas onde são ligados os cabos), com base nos endereços MAC
dos pacotes de dados.
Routers
Um router é um dispositivo de rede que encaminha
pacotes de dados entre redes utilizando informações em protocolos de cabeçalho
e tabelas de encaminhamento para determinar qual o próximo e mais indicado
router para cada pacote.
Conceitos Basicos Cabeamento Estruturado
Crimpagem dos cabos
Bem,
agora gostaríamos de encerrar o nosso trabalho, dando obrigado a todos que
curtiram o nosso micro infográfico sobre o cabeamento estruturado, um obrigado
ao nosso professor Thiago André que sempre nos ajudou sempre nos explicando e
tirando duvidas, sempre que necessário. Foram muitos os conhecimentos
adquiridos nesse trabalho. Obrigado a todos componentes do grupo, sem vocês
esse trabalho não seria realizado. #BalançaMeuPovo .
Componentes do Grupo
- Marcus Vinícius
-
Jackson Wiliam
-
Fernando Andrade
- Paulo Henrique
- Welisson Gomes
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